Como nasce uma mãe?

Para escrever sobre uma mãe, é preciso fechar os olhos.

14 de Maio de 2023


Para escrever sobre uma mãe, é preciso fechar os olhos. Sentir os cheiros de águas que já correram. Se recolher e visitar o que há de mais íntimo em cada um de nós. Passear pelos cantos daquilo que te habita desde sempre. Mergulhar nesse sagrado feminino tão profundo e que, ao mesmo tempo, transborda para onde quer que se olhe. 

Mãe é ponte para a vida e para outros universos. É casa independente da sua posição geográfica e suas coordenadas no mapa. / Mãe é mão que estende, que acarinha, que segura e que aponta com os dedos para onde ir. / Mãe também é olho que observa, que ri, que chora, que explica sem nada dizer, que procura no meio da multidão e então encontra. Mãe é braço, perna, coração.

Talvez a maior beleza dessa relação seja justamente suas múltiplas possibilidades. Maternar, afinal, é um ato genuíno tão potente que ultrapassa qualquer entendimento biológico. Mas engana-se quem pensa que se trata de um ato automático. É preciso construí-lo, todos os dias, um pouco mais, e as lições parecem infinitas. 

Em uma dessas lições aprendidas enquanto a vida vai se desdobrando, uma mãe pode ter que aprender a se reconhecer novamente. Nessa simbiose de quem é ela e quem é seu filho, é comum perder-se em prol do outro, mas é necessário saber voltar para quem se é. 

Nesse dia especial, não se esqueça de celebrar a mulher que há por trás da mãe. Lembre-se que só foi possível desempenhar esse papel hoje graças às suas antigas versões. Foram elas que te trouxeram até aqui para ser esse novo eu, construído e melhorado a cada dia.

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Para Inspirar

Quanto mais popular, mais saudável

Pesquisas da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, e da Universidade de Renmin, na China, afirmam: quanto maior o grau de interação social, menor o risco de desenvolver doenças

24 de Abril de 2018


Quanto maior o grau de interação social, menor o risco de doenças. Em outras palavras, um adolescente que é popular na escola, capitão do time de futebol e disputado pelas meninas estaria menos suscetível a ter problemas de saúde do que o colega que passa o recreio sozinho.

E isso vale para todas as idades, segundo pesquisa da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, e da Universidade de Renmin, na China. Os cientistas observaram, por outro lado, que a falta da interação social está associada a um risco à saúde muito elevado em estágios específicos da vida.

Na adolescência, o isolamento social vira um fator de desencadeamento de inflamação da mesma magnitude que a inatividade física. Outro exemplo, é um gatilho maior que a diabetes para a hipertensão na velhice. Os impactos fisiológicos das diferentes dimensões das relações sociais emergem principalmente na adolescência e na meia idade e permanecem na velhice.

Com base em dados de quatro amostras representativas da população americana, os pesquisadores implementaram um sistema inovador para avaliar a associação entre os diferentes tipos relações sociais – integração social, suporte social e tensão social – e marcadores de saúde física – proteína C-reativa, pressão arterial sistólica e diastólica, circunferência da cintura e índice de massa corporal – na adolescência, juventude, maturidade e velhice.

No final, compararam os resultados e fizeram as respectivas associações em todos os estágios da vida de cada pessoa estudada. Os gráficos abaixo ilustram que os indivíduos com maior grau de conexão social desde cedo têm valores mais baixos nos quatro marcadores de saúde física (proteína C-reativa, pressão arterial sistólica e diastólica, circunferência da cintura e índice de massa corporal).

Leia a pesquisa completa aqui.

Fonte: Proceedings oh the National Academy oh Sciences oh the United States os America
Síntese: Equipe Plenae

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