#PlenaeApresenta: Fafá de Belém e a fé sem fronteiras

A nacionalmente conhecida e adorada, Fafá de Belém, conta sobre o surgimento de sua fé e como ela a rege até hoje

14 de Junho de 2021


Quando foi a sua primeira relação com o divino? Para Fafá de Belém, foi antes mesmo de seu nascimento. Representando o pilar Espírito na quinta temporada do Podcast Plenae, ela começa o seu relato contando não uma história sua, mas de seu pai.

Ele, que ficou entre a vida e a morte ainda criança, prometeu a Deus, junto de sua tia, dedicar o nome de sua primeira filha à Nossa Senhora de Fátima caso sobrevivesse. E assim o fez: Fafá de Belém nasceu muitos anos depois do acontecimento, mas já carregando dentro de si uma história de milagre.

Por ter nascido e crescido em Belém do Pará, berço da maior procissão mariana do mundo - o Círio de Nazaré - a prática espiritual se tornou ainda mais forte. Católica fervorosa e praticante, a cantora conta que sentiu sua primeira manifestação divina direta ainda aos 9 anos, quando fazia a Primeira Comunhão e, durante uma confissão, sentiu seu corpo elevar-se.

Esse sentimento voltaria a se repetir ainda inúmeras vezes ao longo de sua vida. Em todas as procissões em sua terra natal, nas quais ela sempre fez questão de comparecer de alguma forma por toda a vida, e em demais visitas a locais considerados sagrados pelo mundo. Em seu relato, ela diz que essa frequência divina, sobretudo quando há muitos fiéis reunidos, é tão arrebatadora que a faz chorar e entrar em êxtase.

Para uma pessoa de tamanha fé, seria um sonho impossível conhecer a figura mais representativa de sua religião no mundo, certo? E ele se realizou não uma, nem duas, mas três vezes! Fafá de Belém teve a oportunidade de conhecer papas diferentes, e o melhor: tocá-los com a sua arte, cantando para eles em ocasiões distintas.

Mas, apesar de se identificar com uma religião específica, Fafá acredita que a fé e a espiritualidade não devem necessariamente receber um nome. Basta existir essa força positiva e pulsante dentro do indivíduo, sem que seja necessário encaixar-se em um único dogma. Você confere mais desse emocionante relato na quinta temporada do Podcast Plenae. Aperte o play e inspire-se!


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