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Hot yoga: entenda mais sobre a prática que é a sensação do momento

Entrevistamos especialistas na prática que promete trazer ainda mais benefícios do que os já conhecidos pelos praticantes de Yoga

17 de Janeiro de 2024


Que yoga faz bem, você já deve saber. A prática milenar nasceu na Índia e ganha cada dia mais adeptos. Seu objetivo é trabalhar corpo e mente por meio dos tempos de permanência nas posturas e exercícios de respiração. 

Os praticantes de yoga costumam ainda meditar, seja em aula ou no seu dia a dia, e essa é outra prática que traz ainda mais benefícios e que falamos diversas vezes por aqui. 

Mas a novidade na área é o hot yoga, o novo queridinho dos praticantes mais ligados em bem-estar e, claro, alta performance. Neste artigo, conversamos com especialistas e uma praticantes para te contar um pouco mais sobre a técnica. Leia mais a seguir!

O que é o hot yoga?

“O Hot Yoga foi criado em 1970, nos Estados Unidos por Bikram Choudhury e foi ganhando espaço no Ocidente. Hoje em dia ele faz muito sucesso aqui no Brasil. A grande diferença é que a prática é realizada dentro de uma sala aquecida a 40 graus”, explica Andréia Braga, coordenadora do Vidya Studio, uma das principais escolas especializadas na técnica em São Paulo.

“No Vidya, essa aula dura 60 minutos e começa com uma meditação, depois segue uma dinâmica intensa, sempre buscando conectar a respiração com o movimento em uma técnica chamada Vinyasa. Ao final, há o Savasana, que é um momento de relaxamento para concluir a prática”, conta. 

Quais são seus benefícios? 

“O calor ajuda a relaxar os músculos e as articulações. Isso permite um alongamento seguro e mais profundo. Saúde e energia são efeitos automáticos da prática regular. A Hot Yoga é como um posto de combustível: em vez de você gastar energia, você enche seu tanque. A pessoa sai da aula sentindo-se revigorada e não exausta”, explica Viktor Ortega, gerente e professor de Hot Yoga no estúdio em São Paulo que leva o mesmo nome. 

Andreia Braga enfatiza que, por conta do calor, o maior diferencial é que o hot yoga potencializa todos os benefícios de uma prática fora do aquecimento. “Uma das grandes vantagens do hot yoga é que sua prática permite que você desenvolva sua flexibilidade de maneira mais fácil e segura. Isso ocorre porque o calor do ambiente aquece e relaxa os músculos do corpo. Como consequência, você vai perceber que entrar nas asanas (nome dado às posturas) será mais simples e mais rápido”, explica. 

Além disso, a gerente e instrutora ressalta que a modalidade melhora a saúde das articulações e que o calor e os movimentos dessa prática também facilitam a irrigação do chamado líquido sinovial, que é responsável por lubrificar as articulações. “A prática aumenta a circulação sanguínea e linfática e o débito cardíaco, além de ajudar no foco e concentração no momento presente”, diz.

Outra diferença nessa modalidade é que não há níveis ou hierarquias, pois a ideia é que alunos de todos os níveis pratiquem juntos. “Essa modalidade se torna acessível a pessoas com diferentes níveis de prática e promove o maior gasto calórico, aumentando a queima de gordura”, conta. Viktor concorda. “Você aprende a trabalhar seu corpo na medida em que sua força e flexibilidade permitem”, diz.

Vem ganhando força

Para Ortega, que é professor em um dos estúdios mais tradicionais de São Paulo, a modalidade vem ganhando força. “Muitas pessoas começaram a praticar yoga durante a pandemia e agora buscam novos desafios e aprendizados dentro da prática. Nessas, acabam encontrando o Hot Yoga”, diz. “Acredito também que saúde mental e física são temas que estarão cada vez mais em pauta e com a prática regular é possível notar uma melhora considerável em ambos os quesitos”.

É importante, contudo, que você pesquise bem a escola que irá se inscrever, pois é preciso ter uma certificação específica para ministrar as aulas. “Estamos em uma fase de grande expansão, sentimos em nossos estúdios cada vez mais pessoas adeptas e apaixonadas por essa modalidade”, conta Andreia. 

O primeiro contato

A engenheira Pamella Christina é uma das adeptas do Hot Yoga e conta que conheceu por um mero acaso geográfico. “Conheci na verdade porque eu moro do lado de um estúdio. Eu já vinha procurando escolas de yoga e sem querer descobri esse estilo. O nome me atraiu, principalmente porque amo verão e calor”, lembra. 

Para ela, além da temperatura, o grande diferencial está no fato de ser uma aula dinâmica. “No estúdio onde pratico, eles conectam as posturas com momentos da sua vida. O calor e os exercícios de respiração da aula me ajudaram muito a controlar a ansiedade, porque sou hiperativa. Para mim, pessoalmente falando, é um dos únicos momentos em que consigo realmente focar no agora, esvaziar a cabeça e não pensar em várias coisas ao mesmo tempo”, diz.

O processo de Viktor antes de se tornar instrutor foi parecido. “Sempre fui muito agitado e nunca consegui encontrar alguma atividade física que pudesse me ajudar com a ansiedade. Foi somente a partir da yoga que percebi a forma como enxergava a mim mesmo, minha vida e as pessoas ao meu redor”, confidencializa. 

“A combinação dos asanas e o calor da sala me foram uma descoberta de ouro. Mesmo com a rotina de trabalho agitada eu sempre buscava praticar. Sabia que se eu fosse para a aula ao menos uma das 24 horas do dia seriam dedicadas a mim, beneficiando não só meu corpo mas também minha mente. Com isso, consegui regular minha pressão arterial e também escapei de uma cirurgia do joelho até meu fisioterapeuta teve que concordar”, conta. 

Hoje, ele busca por meio de suas aulas trazer os mesmos sentimentos aos seus alunos. “Eu mostro que com honestidade, disciplina e dedicação, todos somos capazes de desenvolver força, equilíbrio, coragem e paz interior. Acredito que por meio da prática das posturas, da conexão com a respiração e da meditação podemos tornar nosso dia a dia muito melhor. Yoga é a oportunidade que o universo nos dá em olhar para dentro de si, buscar sua paz interior e ser livre”, conclui. 

Se você está procurando por alguma atividade que possa realmente te trazer benefícios em 2024, busque por algo que você se envolva de corpo e alma. Esse é o segredo para não abandonar a prática - seja ela qual for. O importante é não desistir de encontrá-la! 

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Coloque em prática

Cinco dicas para melhorar sua relação com o dinheiro

Substituir pensamentos negativos por ações concretas é uma maneira de melhorar a administração financeira

7 de Agosto de 2019


Se você sente culpa ou vergonha quando se trata de dinheiro, essas emoções podem atrapalhar a maneira como você administra as suas finanças. Talvez você gaste demais, tenha medo de investir ou se arrependa de um mau investimento feito no passado. Abaixo, cinco dicas para lidar com esses sentimentos:

1. Reconheça quando a mudança é opcional
Se houver uma área em que você gasta demais, entenda que continuar fazendo isso depende de você. Reconhecer que a mudança é opcional pode, muitas vezes, ser um primeiro passo para tomar uma atitude diferente da habitual.

2. Saiba que você não precisa consertar tudo de uma vez
Digamos que toda vez que você pensa em dinheiro fica paralisado pelas emoções e, por isso, não faz nada para mudar a rota. Em vez disso, implemente uma mudança que venha com um benefício. Por exemplo, ao se sentir culpado por não investir o suficiente, aumente a quantia na próxima aplicação. Quanto aos gastos, você pode cancelar um serviço pelo qual é cobrado, mas não usa. Em suma, a lógica é substituir pensamentos por ações.

3. Identifique mudanças financeiras que se tornaram fáceis
Que mudanças positivas em relação ao dinheiro você fez que, no início, pareciam difíceis e se tornaram padrão depois? Desenvolver uma rotina leva algum esforço no começo, mas se torna automático com o tempo.

4. Entenda que muitas pessoas também têm medo de investir
Você pode achar que sentir medo de investir é anormal ou um sinal de que você é incompetente em relação aos seus colegas. Muitas vezes, no entanto, os outros estão sentindo a mesma coisa que você. Em vez de pensar "eu sou um fraco por achar isso tão difícil", tente pensar "isso é difícil, mas eu posso dar conta".

5. Pare de culpar o outro
Em relacionamentos de longo prazo, muitas decisões financeiras são tomadas em conjunto. Reconheça os padrões que surgem quando você fala sobre dinheiro, como sempre esperar que a outra pessoa assuma a liderança. Trabalhe em conjunto para superar seus bloqueios cognitivos e emocionais, em vez de culpar o outro.

Fonte: Alice Boyes, para Psychology Today
Síntese: Equipe Plenae
Leia o artigo completo aqui.

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