Coloque em prática

A dieta certa para uma mente saudável

Alguns alimentos podem afetar negativamente o cérebro, prejudicando a memória e aumentando o risco de Alzheimer.

29 de Novembro de 2018


Alguns alimentos podem afetar negativamente o cérebro, prejudicando a memória e aumentando o risco de Alzheimer. Como o organismo em geral, o cérebro precisa dos nutrientes certos para funcionar bem. Conheça a lista de alimentos que devem ser evitados abaixo.
  1. Peixes contaminados. Os amantes de sushi que fiquem atentos. Devido aos vários anos de poluição, muitos peixes ficaram fortemente contaminados com o mercúrio metálico. De acordo com um estudo de 2012, o mercúrio na corrente sanguínea pode reduzir em 5% a nossa função cognitiva. Também, pode prejudicar coração, rins e sistema imunológico. Se ingerido por mulheres grávidas, o metal pode afetar o desenvolvimento cerebral do feto. No entanto, uma dieta saudável deve incluir peixes. Desta forma, é melhor seguir a recomendação da Associação Americana de Cardiologia e ingerir regularmente apenas duas porções de peixe por semana. Os peixes que têm baixos índices de mercúrio e são cheios de Ômega-3 são o salmão, a sardinha e a cavala. Prefira esses.
  2. Alimentos ricos em gorduras trans. As gorduras artificiais que podem ser encontradas em alimentos industrializados como margarina, bolos prontos, rosquinhas e pipoca de micro-ondas podem afetar a saúde do cérebro – além de engordar, aumentar os níveis de colesterol e causar inflamação. Um estudo publicado em 2014 no Jornal do Envelhecimento Neurológico, dos Estados Unidos descobriu que altos níveis de gorduras trans aumentam o risco de doença de Alzheimer, deficiência de memória, menor volume do cérebro e declínio cognitivo.
  3. Adoçantes artificiais. Remover açúcar da dieta é uma ótima ideia, mas há de se ter cuidado na escolha do substituto. O edulcorante artificial mais usado é o aspartame, que segundo estudo publicado na Revista Nature, quando consumido em excesso, causa problemas comportamentais e cognitivos, como níveis mais altos de depressão. Os refrigerantes e outras bebidas que afirmam não conter açúcar também podem afetar negativamente a saúde do cérebro.
  4. Bebidas açucaradas. Refrigerantes, energéticos e sucos de frutas em caixinha contém xarope de milho de alto teor de frutose – substância que em grandes níveis no corpo levam à obesidade, hipertensão arterial e diabetes. Esses fatores aumentam as chances de demência. Em 2015, a Universidade do Estado de Oregon descobriu que o açúcar em várias bebidas também interage com uma bactéria intestinal saudável, o que pode levar posteriormente à alteração da função cognitiva.
  5. Fast Foods. Estão cheias de ingredientes que, se consumidos em excesso, fazem mal à saúde. Os níveis elevados de colesterol em alimentos fritos realmente contêm propriedades de desaceleração do cérebro e podem não apenas aumentar o risco de doença de Alzheimer, mas também causar declínio na função cognitiva. Um dos efeitos mais prejudiciais é sobre o hipotálamo, que regula várias funções do corpo, entre elas a fome, aumentando o risco de obesidade. Esse tipo de dieta também pode levar ao bloqueio das artérias e provocar um acidente vascular cerebral. Estudo recente, de 2017, revelou que os indivíduos que frequentam com regularidade restaurantes de fast foods são mais propensos a apresentar sintomas depressivos.
  6. Carboidratos refinados. Açúcar e grãos altamente processados, como o arroz branco – considerados de elevados índices glicêmicos –, causam aumento nos níveis de açúcar no sangue. De acordo com um estudo publicado pela Jornal Americano de Nutrição Clínica, as mulheres pós-menopausa com dieta rica em açúcar têm maior risco de depressão. Os alimentos com baixos índices glicêmicos incluem grãos vegetais e integrais.
  7. Álcool. O consumo moderado de álcool tem muitos efeitos benefícios, mas o uso excessivo leva a resultados prejudiciais para o cérebro. Ele também pode fazer com que o cérebro interprete os sinais emocionais de forma errada e induzir à agressão.
Leia o artigo original aqui . Fonte: Pierrette Mulumba Síntese: Equipe Plenae

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Coloque em prática

Você sabe perdoar os outros?

Perdoar e seguir em frente é, não somente um ato nobre, como uma maneira de promover bem-estar.

19 de Fevereiro de 2019


Perdoar os outros é algo fácil para você? Quando uma pessoa se sente ferida, é natural que ela queira se apegar ao julgamento e ao ressentimento, em um esforço para se proteger. No entanto, perdoar e seguir em frente é, não somente um ato nobre, como uma maneira de promover bem-estar. Segundo o psicólogo Fred Luskin, do Projeto Perdão da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, a maioria das decepções das pessoas se resume a não ter os desejos atendidos de alguma forma. Se você se sente angustiado sobre eventos passados, essa angústia vem de expectativas não atendidas, não daquilo que alguém fez ou não deixou de fazer. Sentimentos e pensamentos ruminantes ferem o seu bem-estar físico e mental. Ao reconhecer que se machucou no passado e que hoje é um novo dia, você pode ser mais saudável, feliz e resiliente. Perdoar não significa aceitar ações ruins de alguém ou se reconciliar com quem o prejudicou, e sim libertar-se do julgamento e do ressentimento. No fim das contas, o perdão é algo que você faz por si mesmo e não por qualquer outra pessoa. Mas como se pratica o perdão? Fred Luskin recomenda seguir os seguintes passos:
  1. Reconheça o perdão de outros - Lembre-se que já deve ter recebido enormes doses de perdão durante sua vida, de pais, amigos, companheiros. Essa pode ser uma das estratégias mais humildes e honestas para incorporar esse ato.
  2. Perdoe as pessoas próximas a você - Reflita sobre pessoas de quem você gosta e precisa perdoar. Por exemplo, se você tem um parceiro, quais são as mágoas que guarda em relação a ele? Assuma o compromisso de perdoar e deixar de lado sentimentos ruins.
  3. Construa seus “músculos” do perdão - Comece a praticar o perdão em coisas fáceis, como uma fechada no trânsito ou um atendimento ruim em um restaurante. Você provará a si mesmo que pode lidar com frustrações, sem que elas acabem com o seu dia.
Leia o artigo completo aqui . Fonte: Michelle McQuaid Síntese: Equipe Plenae

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