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Os humanos mais velhos no planeta

Estima-se que será possível viver até os 150 anos de idade, como já vimos em artigos anteriores. Qual será o limite para a vida?

25 de Abril de 2018


A francesa Jeanne Louise Calment ainda mantém o recorde histórico de vida mais longa. Passou por duas Grandes Guerras – nasceu no século retrasado, em 21 de fevereiro de 1875, e faleceu em 4 de agosto de 1997, quando o mundo já estava na era da computação. Jeanne teve uma vida ativa e engajada até o fim. Aos 85 anos, começou a praticar esgrima. Aos 117 anos, decidiu largar o vício que cultivou por 96 anos de fumar cigarro todos os dias. A memória era muito boa. Lembrava-se de ter vendido telas em branco para Van Gogh ainda garota na loja do pai. [1]. Jeanne morreu aos 122 anos e 164 dias. Mais recentemente, Mbah Ghoto, da Indonésia, alegou ter 146 anos quando faleceu em 30 de abril de 2017. Sua carteira de identidade mostrava que ele tinha nascido em 1870, mas a veracidade dos fatos ainda não foi comprovada pelas autoridades [2] . Independentemente disso, esses dois casos levantam a questão de quão longa pode ser a vida. Estima-se que será possível viver até os 150 anos de idade, como já vimos em artigos anteriores. Qual será o limite para a vida?

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Homossexuais casados vivem mais

Até hoje as pesquisas mostravam que o casamento é precioso na saúde de casais heterossexuais. Mas conheça agora os índices entre homossexuais

28 de Janeiro de 2019


Até hoje as pesquisas mostravam que o casamento é precioso na saúde de casais heterossexuais.  Os dinamarqueses provaram que isso também vale nas uniões do mesmo sexo. “Na Dinamarca, entre os homens é mais perigoso ser solteiro ou divorciado do que casado”, disse o pesquisador Martin Frisch, do Instituto Statens Serum, em Copenhague, e do Centro de Pesquisa Sexológica da Universidade de Aalborg. Curiosidade. A Dinamarca foi a primeira nação do mundo a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, em 1989. Esse período fornece uma vantagem única para os pesquisadores que analisam os efeitos do casamento legalizado, disse Frisch à LiveScience . No Brasil, o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legalizado em 2011. Nos Estados Unidos, em 2015. Base do estudo. A pesquisa usou dados do Sistema de Registro Civil da Dinamarca, que emite números de identificação de cidadãos – semelhantes aos da Previdência Social – e contém informações demográficas básicas, incluindo o estado civil e datas de falecimento. A base para o estudo concentrou-se nos registros de 6,5 milhões de dinamarqueses entre 1982 e 2011. Durante o período do estudo, cerca de 1,7 milhão de pessoas morreram, permitindo que os pesquisadores calculassem as taxas de mortalidade para o período de 29 anos. Controlando a educação, renda, região e densidade populacional, os pesquisadores descobriram que o casamento fez a diferença. Taxas de mortalidade. Homens e mulheres em casamentos do sexo oposto tiveram as menores taxas de mortalidade que qualquer outro grupo no estudo, incluindo viúvos, divorciados e solteiros. Período 1982 e 2011 – comparação com grupos de homens e mulheres casadas: Viúvas: 1,4 maior de morte Divorciadas: 1,6 mais chance de morte Solteiras: Aumento de taxa de mortalidade de 1,5 para 1,7 no período Viúvos: 1,4 maior de mortalidade Divorciados: Aumento de 1,3 para 1,7 na taxa de mortalidade no período Solteiros: Aumento de taxa de mortalidade de 1,2 para 1,7 no período Casamento do mesmo sexo e sobrevivência. A partir de 1989, quando o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legalizado, as taxas de mortalidade entre os homossexuais que se casaram diminuíram. Em 2011, homens casados com parceiros do mesmo sexo tinham 1,4 vez mais chances de morrer durante o período de estudo do que homens casados com mulheres, um número menor do que solteiros e divorciados.

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