Para Inspirar

Vale a pena passar dos 100 anos?

Seria uma vitória da ciência, mas para os homens de fato valeria a pena? A resposta de alguns centenários é de "depende".

5 de Julho de 2018


Vamos supor que a medicina conseguisse descobrir os segredos da longevidade nos genes das pessoas com mais de 100 anos. Vencer a morte – ou adiá-la ao máximo possível – sempre foi objetivo dos cientistas. Vamos supor mais: que em um segundo momento fosse desenvolvida uma droga que desse a todos uma vida assim longa. Seria uma vitória da ciência, mas para os homens de fato valeria a pena? Solidão, falta de recursos e de saúde para aproveitar os anos extras são apenas alguns dos pontos negativos que passam pela cabeça logo de saída. Geralmente, os supercentenários são notavelmente saudáveis até pouco antes da morte. Além disso, os pesquisadores costumam ver a longevidade como uma forma de prolongar o tempo de saúde. Seria então uma vida longa com qualidade. Para Clarence Matthews, o homem mais velho dos Estados Unidos, vale a pena “sim” viver tanto. Entrevistado em sua casa em Indian Wells, na Califórnia, ele revelou que realmente ainda aproveitava a vida e que nunca tinha parado de aproveitar. Matthews não é o único. O americano James McCoubrey, de 110 anos, frequenta ainda ativamente salas de bate-papo para idosos fingindo ter apenas 70 anos. Outro supercentenário, Will Miles Clark, não raro, dirige mais de 1,4 mil quilômetros de Tucson até Denver, nos Estados Unidos, para participar de festas da família. Na mesma faixa etária, a americana Goldie Michelson continua sendo conhecida por ser uma ávida leitora de livros da biblioteca. Então, todos devem aspirar viver mais de 110 anos? "Depende", disse a filha da Goldie, de 86 anos, Renée, “de como você vive”. Esse, definitivamente, pode ser o segredo da vida em qualquer idade. Leia o artigo completo aqui.

Fonte: Amy Harmon Síntese: Equipe Plenae

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O Reino dos Centenários

Um terço dos bebês nascidos em 2013 deverão viver pelo menos um século, de acordo com o Escritório de Estatísticas Nacionais Britânico. Nos Estados Unidos, a tendência é parecida.

16 de Maio de 2018


A rainha da Inglaterra costuma enviar uma saudação pessoal a todos os súditos quando completam o centésimo aniversário. As mensagens da realeza aumentaram significativamente com o tempo – uma vez que número de idosos nessa faixa etária duplica a cada dez anos desde 1950 no Reino Unido. Nesta década, o país virou recordista mundial de idosos. Um terço dos bebês nascidos em 2013 deverão viver pelo menos um século, de acordo com o Escritório de Estatísticas Nacionais Britânico. Nos Estados Unidos, a tendência é parecida. Globalmente, a população de 100 anos ou mais deverá ser de 18 milhões de pessoas até o final do século. À medida que o número de centenários aumenta, os cientistas procuram entender melhor como e por qual razão eles morrem. Recentemente foi publicado um estudo da King’s College de Londres, uma das mais prestigiadas instituição de ensino superior do mundo. Segundo Catherine Evans, autora principal, esses indivíduos são mais propensos a falecer de “’velhice’ e não de doenças crônicas”. Conheça mais detalhes da pesquisa abaixo. Como e porque morrem os centenários. A pesquisadora do King’s College Catherine Evans examinou dados dos registros de óbitos de pessoas no Reino Unido, entre 2001 e 2010. Ao todo, 35.867 pessoas faleceram entre 100 e 115 anos – em média com 101 anos – de pneumonia ou fragilidade geral do organismo. Doenças crônicas, como câncer, costumam matar idosos mais novos, com 80 e 90 anos. Os dados revelaram que a maioria terminou os dias em asilos (61%) ou em hospitais (27%), poucos em casa (10%) e raramente sob cuidados paliativos (0,2%). Estudos anteriores apontavam que os idosos preferem morrer em casa, mas que provavelmente não conseguem por falta de condições. Os pesquisadores alertam para a necessidade urgente de garantir cuidados adequados a longo prazo e serviços de atendimento comunitários sensíveis para apoiar a qualidade de vida mesmo no momento de morte das pessoas mais longevas. Leia o artigo completo aqui. Fonte: Jen Christensen e Val Willingham, CNN. Síntese: Equipe Plenae

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